sábado, 12 de dezembro de 2009

Vou ao Porto



Hoje vou ao Porto, para ministrar dois workshops, na Unidade Campo Alegre, sobre Alimentação do III Milénio e Yôganidrá - a excelência da descontracção, seguidos do lançamento e autógrafo da 2ª edição do meu Cd de Yôganidrá -Técnicas de Descontracção do SwáSthya Yôga, terminando o dia com um Sarau de Coreografias e Festa na Unidade das Antas. Contudo, no dia seguinte ainda participarei nas Bancas de avaliação nacional de Instrutores, da Federação de Yôga do Norte de Portugal.

O Porto é uma cidade muito bonita, pela qual nutro um carinho muito especial, não só por ter vivido e trabalhado lá, entre Outubro de 1988 e Junho de 1991 e na qual fundei com o Prof. Luis Lopes, a primeira Unidade do Método DeRose, no final de 1988 e onde fiz grandes amizades.


Desde criança que fui muitas vezes ao Porto com os meus pais e onde pelos 16 anos vivi algumas peripécias da adolescência que me marcaram positivamente, entre elas ter conhecido e frequentado um  café centenário e um dos ex-libris desta cidade: o café Piolho.


Sobre o Piolho existem várias curiosidades interessantes, referidas no livro sobre ele publicado recentemente, como por exemplo ter sido o primeiro café do Porto a ter luz eléctrica, em 1913. Também na década de 1920, foi o primeiro café desta cidade a ter uma telefonia e mais tarde o primeiro a ter televisão.

O mais curioso é que foi no café Piolho que se estreou em 1970 a máquina de café La Cimbali que iria dar origem ao termo característico do Porto, para designar um café ou bica, o "cimbalino". Além disso, o Piolho foi, o epicentro de ideias, contestações, acção política, partilha de emoções, ilusões e desilusões, sendo ainda hoje um café essencialmente de estudantes, mas concerteza continua a ser um dos cafés mais marcantes do Porto.
António Pereira



1 comentários:

Pena disse...

Nao soube desse curso.... e no domingo fui ao Porto...!