sábado, 20 de novembro de 2010

Mudança de paradigma

Mudar da paradigma é difícil, porque nos encontramos sempre envolvidos e impregnados pelos nossos próprios paradigmas. É uma mudança de karma (acção/reacção), para tal requer perspicácia, entendimento, lucidez e esvaziamento do que já está concebido e estabelecido.

A dificuldade está precisamente em termos o discernimento para ver diferente, para ver aquilo que é óbvio e como tal nos passa despercebido.

A dificuldade está em desenvolver a vontade que impele à acção, para fazer as mudanças necessárias a mudar o paradigma e consequentemente o nosso karma, porque por detrás de qualquer mudança, existe uma grande carga de medo, pela incerteza das consequências da mudança.



Porém, como vimos neste pequeno filme, há coisas tão óbvias e simples que nos desconcertam, mas dão excelentes resultados. É só ter uma alguma flexibilidade mental e capacidade de colocar em prática esses insights e mudamos o paradigma para um outro que nos parece melhor para resolver determinada situação.

Precisamos de estar mais atentos e descontraídos à vida, para facilitar a percepção daquilo que nos rodeia. 

Parar para respirar, parar para pensar, parar para ver e sentir. Parar para estarmos connosco e com o Universo onde estamos inseridos. Enfim viver em toda a nossa plenitude!
António Pereira

3 comentários:

paula milani disse...

Muito bom o texto e o vídeo!
Eu acho que às vezes temos o discernimento óbvio, a vontade de mudar, mas não sabemos muito bem o que fazer com o medo, apesar de ser um sentimento imaturo.

Susana disse...

Interessante como é necessário parar para nos movimentarmos de forma mais plena, seguindo o fluxo da vida.

E movimentar-nos para podermos parar.

Será a vida uma dança?

Beijinhos,

Susana Sousa

sandra disse...

Olá Professor!
O Xis da questão acho que é baseado no reflexo condicionado de Pavlov. Fazemos algo e obtemos um determinado resultado. Com o passar do tempo somos levados a acreditar que esse é o único resultado possível! Ao longo dos anos essas crenças tornam-se mais enraizadas. Daí a necessidade de saber parar para sentir e ouvir aquela vozinha que está lá bem no fundo de nós...
Um abraço,
Sandra Rodrigues.