quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Ler melhora a saúde


Quem lê mais fica mais receptivo a mudanças de comportamento e de hábitos. Isso é comprovado num estudo sobre hábitos de leitura feito em Centros de Saúde em Portugal, pelos médicos Rosa Costa e Rui Macedo que dizem: 

"Há uma relação positiva entre os níveis de literacia e o nível de saúde de uma população."

Os leitores de livros têm maior capacidade de adoptar estilos de vida saudáveis, de gerir doenças e compreender melhor a mensagem do seu médico.

Mais um estímulo adicional à leitura e uma boa sugestão de prendas para oferecer neste Natal, principalmente se forem livros que ensinem comportamentos para adoptar um life style como são os dos autores que escrevem sobre as técnicas e conceitos do Método DeRose.
António Pereira

2 comentários:

Susana disse...

Olá Professor,

Há pouco li um artigo que me pareceu interessante e que tem a ver precisamente com a literacia:

Literacia dolorosa

"Apesar dos avanços na Medicina, ainda pouco se sabe a respeito deste órgão peculiar e sensível que é o nosso cérebro. Mas todos já tivemos impressões de alguma coisa estar a mudar na nossa cabeça. Acontece quando estudamos um assunto que nos interessa. O interesse convive com sensações que se traduzem em frases sem sentido como «a minha cabeça vai explodir», ou «os pensamentos são demasiado rápidos», ou ainda «tenho o cérebro inchado». O mais curioso destas frases absurdas é terem em comum a percepção de algo estar a acontecer fisicamente. Ou então são descrições possíveis de uma simples dor de cabeça. Seja como for, é esperada uma mudança quando se aprende - por vezes com expectativas demasiado elevadas. Um estudo internacional publicado na edição online da revista Science, que contou com a participação de cientistas e voluntários portugueses, revelou que aprender a ler provoca os mesmos efeitos em qualquer idade e confirmou que o mundo de uma pessoa analfabeta é diferente do daquele que sabe ler. A mudança é também física, dado que a aprendizagem da leitura desenvolve o córtex auditivo. Afinal não é bem o cérebro que sai pelos ouvidos mas as palavras que entram por aí." Carla Hilário Quevedo, Jornal SOL

Venham elas, as palavras!

Beijinhos

Marco Santos disse...

Já tinha muitas razões para ler, mas está é mais uma a ter em conta.
Obrigado!