sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Vamos ver um filme importante

Hoje, 6º feira, vamos ver o filme Gandhi. Um grande e importante filme sobre a vida de um Grande Homem  e sobre a Cultura Hindú, sobre os quais trocaremos impressões no final, fazendo as necessárias pontes de identificação com o Método DeRose. Contamos com a presença simpática de todos os alunos e seus convidados!

António Pereira

Ontem mergulhei em mim

Ontem fiz um mergulho dentro de mim, até a uma época específica de quando era uma criança pequena. Reflecti sobre alturas marcantes da minha vida e naquilo que me fui tornando até o que sou hoje. Na forma de ver e encarar a vida, dos valores e princípios que me acompanham e condicionaram.

Alguns momentos de reflexão para poder ir mais além, de uma forma mais leve e ainda mais realizadora. Existem alturas na vida que somos direccionados para mergulhar no fundo de nós e tirar conclusões, através das quais fazemos um balanço do que já vivemos e daquilo que ainda pretendemos viver e realizar.
António Pereira

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Cinegourmet: uma actividade a não perder!



Na 6ª feira, às 20 horas, no Espaço Lifestyle - Método DeROSE, teremos o nosso Cinegourmet, uma actividade cultural que reactiva o prazer de falar, conviver, partilhar uma refeição deliciosa e ver um filme, para no final trocarmos ideias sobre aquilo que nos transmitiu e fez reflectir, relacionando com a nossa proposta de bem-estar, qualidade de vida e autoconhecimento.

Nesta actividade, supervisionada pela Equipa do Espaço Lifestyle - Método DeROSE, participam todos os alunos e seus convidados, amigos e familiares.

A deliciosa refeição será cozinhada pelo nosso aluno Patrício Vinagreiro (veja a ementa no Blogue: http://espacolifestyle.blogspot.com) para depois visionarmos, um clássico da cinematografia, sobre a Cultura Hindú e a vida de um Grande Homem, um Grande Ser Humano: Gandhi, e encerramos com a tertúlia filosófica acerca da película.

Participe traga um amigo ou familiar, mas antes informe-se com a Equipa do Lifestyle, como poderá fazer. Teremos muito gosto em contar com a sua presença simpática e amiga!
António Pereira

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

8 anos depois da Terra de Ninguém



Fazem hoje oito anos que voltei da Terra de Ninguém, onde estive de 24 a 26 de Janeiro nessa altura. Foi uma experiência que procuro não esquecer e relembrar para não viver os erros que me levaram a essa Terra. Deixo aqui um texto que escrevi na altura!


NA TERRA DE NINGUÉM

 Na Terra de Ninguém
Estive em passagem
Por paisagens desconhecidas
E não lembradas.

Na Terra de Ninguém
Observei rostos Amigos
E rostos conhecidos.

Na Terra de Ninguém
Senti o apelo de ir por aí
E senti a força de vir para cá.

Na Terra de Ninguém
Senti a Força colectiva de duas mulheres
Que uniram o Poder do seu Amor
Para me resgastarem desse nevoeiro.

Na Terra de Ninguém,
Senti a Força e o Poder da Egrégora
Do Swásthya Yôga
Chamar-me
Para voltar
E pegar na Missão
Que tenho em mãos
E que só no Interior o Sinto.

Da Terra de Ninguém,
Senti o apelo e o Amor dos meus queridos de sangue
E o grito da minha Shaktí.

Da Terra de Ninguém
Fiquei com a sensação
De Ser e não Ser,
De Estar e de Partir.
  
Da Terra de Ninguém, ao voltar,
Tive a consciência da Força, do Amor, Carinho e Admiração
Que motivaram a minha Volta,
Pelo grito de milhares
Que me chamaram
Liderados pelo meu Mestre.

Da Terra de Ninguém,
Tive a alegria de vos ver juntas nessa empreitada
Indiferentes ao Passado recente,
Com o objectivo de unidas
Resgatarem-me para a Vida.

Da Terra de Ninguém,
Resta-me a mudança
E Ser o exemplo para essa mudança.

Da Terra de Ninguém,
Ainda não consigo entender
Tudo o que se passou lá e aqui,
Mas sómente a ideia de uma ausência
De tempo e de consciência normal.

Da Terra de Ninguém,
Ficou-me a sensação
De que algo mudou
Ou irá mudar
Em mim.
António Pereira

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Anunciado o fim de uma banda rock



Ontem foi anunciado o fim da banda rock alemã, Scorpions. Os membros do grupo comunicaram que os Scorpions acabaram, mas antes editarão um último álbum e farão uma digressão.

Este grupo compôs algumas excelentes baladas de rock, como:

Still Loving You; Wind Of Change; Always Somewhere; Holiday; When The Smoke Is Going Down, entre outras.

Deixo aqui na versão acústica e ao vivo, Always Somewhere:




Para quem não sabe este concerto foi gravado em Portugal!
António Pereira

domingo, 24 de janeiro de 2010

Para pensar



Hoje, domingo ao arrumar em casa uns papeis antigos, redescobri alguns textos meus e outros que selecionei de jornais, revistas, escritores, filósofos, etc., cujo conteúdo foi do meu agrado. Assim, resolvi colocar um desses textos aqui no blogue:

Um dia perguntaram a Confúcio:

"O que o surpreende mais na Humanidade?"

Confúcio respondeu:

"Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para a recuperar. Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente nem no futuro.

Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido...!"

Boas reflexões e conclusões!
António Pereira

sábado, 23 de janeiro de 2010

O iniciar de um dia



O despertador tocou à hora certa, com o seu pi-pi-pi-pi-pi peculiar. Mecanicamente, toquei na tecla de repetição para parar o seu som irritante e permitir-me aqueles minutos finais de descanso, antes do novo pi-pi-pi-pi-pi que me fará saltar da cama.

Finalmente, após um novo toque sonoro do despertador quadrado e preto, carreguei na tecla definitiva de abatimento do som e levantei-me. Dirigi-me para o aposento da higiene e como rotina de todos os dias, esvaziei a bexiga pressionada por líquidos.


Logo após, olhei-me ao espelho e observei os papos por baixo dos olhos, sinal de ter dormido pouco e de uma juventude trocada por uma idade mais madura. Peguei no copo de aço e enchi-o de água. Segurei na escova dos dentes e coloquei uma pequena linha de pasta sobre as cerdas, mas antes segurei na espátula/escova de lavar e limpar a língua. Deitei-a para fora da boca e primeiro passei a escovinha do fundo até à sua ponta, para de seguida virar para o lado da espátula e raspar em toda a extensão da língua, arrastando saliva e uma goma estranha (blargh!), para expulsá-la da espátula/escova, através da água da torneira e enxaguar a boca em bochechos de limpeza.

Esfreguei os dentes, escovando-os com a pasta de fora para dentro, de cima para baixo, sem esquecer algum dente asilado no fundo da boca. Bochecho de água, aqui e ali e  toda a boca ficou a brilhar e a alentar frescura.

Descansei os utensílios, limpos e secos no seu lugar de estacionamento e abri a torneira de água quente, enchendo o lavatório. Molhei a cara. Chocalhei a lata da espuma e com a pressão do dedo, projectei na ponta dos dedos da mão direita uma noz de espuma que passei pelo pescoço e partes laterais do rosto, queixo e maxilar superior.

As três lâminas gritavam ainda no lavatório “- Vamos a isto!” E lá foram embora os pequenos pêlos que encobriam a macieza do rosto.

Entrei para a banheira já com a água temperada do duche a cair, para banhar o corpo nesse prazer matinal da temperatura um pouco mais de morna e assim purificar a cabeça, o corpo e aliviar as tensões físicas e emocionais com o gel refrescante de menta, para terminar com o duche frio de baixo para cima que me acorda e revitaliza. Após lavar corpo e alma, seco-me com a toalha e saio da banheira. Volto a olhar para o espelho para colocar os cremes perlim-pimpim e ir na senda da procura da roupa que hei-de vestir. Reparo que estou a ficar atrasado! Oh céus, nem vai dar para comer alguma coisa. É sair e correr para o carro!

Lá consigo sair de casa, abrindo e fechando a porta com as quatro voltas no ferrolho, para ficar bem trancada e aventurar-me a descer as escadas de madeira do terceiro, ao rés do chão e saltar porta fora do prédio. Na rua penso se as "lagartas" do novo Feudo moderno, não me deixaram um bilhete pecuniário. Nesse momento, surge-me uma vontade de fazer um abaixo-assinado contra as novas Leis Feudais, redutoras da liberdade de ficar e circular dos habitantes desta cidade. Acho que lá no fundo de mim, existe um revolucionário adormecido!

Entro para o carro e sigo na caravana matinal, dos meio acordados, estimulados pela droga preta, para não serem tão zombies como são sem esse estimulante. Por entre o ar meio fresco, meio quente da manhã de um dia azul solarento, observo as apatias espelhadas nos rostos das rotinas matinais. Sinto que é bom de vez, em quando, sentir a manhã, mesmo para um bio nocturno como eu. É uma lufada de vitalidade e energia matinal brilhante!

No meio dessas observações e pensamentos, veio o terror de não encontrar lugar para o carro e atrasar-me ainda um pouco mais, além do que os lentos da manhã produziram.

Chego ao Largo do destino e o Parque para surpresa minha, está vazio a partir do segundo andar e assim consigo colocar o carro numa das muitas vagas. Saio e caminho em direcção do elevador e reparo que não dá para a superfície e lá vem o primeiro exercício da manhã, vários lances de escada que deixam o meu coração saltitante e activo. Atravesso a rua e entro no prédio em direcção ao elevador. Entro pela porta entreaberta da recepção e cumprimento com um: “-Bom dia! Sou o Alberto Mateus e venho para o Curso!”

Entro na sala. “-Bom dia! Desculpe o atraso. Sou o Alberto!" No seguimento sou metralhado pela pergunta sobre as minhas expectativas do que faço ali. "-Bem, no meu caso, não tenho alguma expectativa sobre o Curso, para poder aprender o máximo possível.” 

Na realidade, acabei de falar e pensei que além disso deveria ter dito que espero aprender o que o Curso se propõem ensinar: rotinas, organização de ideias para escrita de livros, de ficção, pesquisa, etc. Porque raios não disse! Talvez ainda esteja meio mal dormido, mas há que estar acordado para absorver o máximo. Por isso, concentração que agora temos o primeiro exercício! 

O engraçado é que este foi precisamente o tal exercício e mal eu sabia que iria um dia parar aqui, no espaço virtual, a ser observado, lido e comentado por diversas pessoas que poderão não gostar dele, ou pelo contrário, até gostarem muito desta Crónica de um início de dia igual a muitos outros.
António Pereira

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Como ser excelente



Muitas vezes pensamos como as pessoas de sucesso, as que são competentes naquilo que fazem, podem ser melhores que os outros, mesmo sem terem muitas vezes algum diferencial vísivel. Talvez um pensamento de um grande sábio grego, nos dê alguma luz sobre essa questão:

"Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito."   Aristóteles

A excelência alcança-se pela forma sistemática com que repetidamente efectuamos algo, até ficarmos realmente bons naquilo que fazemos

Parece que existem estudos que comprovam isto, concluindo que a pessoa que repete algo sistematicamente mais de 10.000 horas (não tenho a certeza se é esta quantidade de horas), torna-se um virtuoso ou uma pessoa altamente qualificada e competente nessa função.

Diz-se que os Beatles quando começaram a ser notados e foram lançados para se tornarem no êxito que foram, já tinham tocado mais de 10.000 horas.

Se realmente queremos ser bons em algo, temos de o fazer repetidamente, até isso se tornar um hábito e alcançarmos um nível de perfeccionismo que nos torne excelentes.
António Pereira

Ideias de um Grande Homem e Grande Mestre



"Teoria, é quando tudo se explica e nada funciona. Prática, é quando tudo funciona e nada a se explica!",
Mestre DeRose

A definição profunda de dois conceitos, na óptica da experiência de vida e de 50 anos de Magistério do Método DeRose, que serão Comemorados durante todo este ano de 2010.
António Pereira

Às vezes descobrimos coisas sem estarmos à espera



Às vezes descobrimos coisas sem estarmos à espera. Foi o que me aconteceu recentemente, ao receber a encomenda de um livro aconselhado por um amigo "As lições dos Mestres", junto com ele veio mais um de oferta.

O livro que ganhei gratuitamente, foi o "Querido Pequeno Sepuku", de Ken Cursoe, o primeiro livro de tiras de banda desenhada (quadrinhos, no Brasil), interactivo e de "aconselhamento", publicado em jornais nos EUA.



Foi uma excelente descoberta, por ser um livro muito bem disposto que aborda variados assuntos de forma inteligente, com respostas hilariantes aos leitores e algumas de relativa profundidade, com soluções comicamente absurdas para todo o tipo de problemas. Vale a pena, não só pelas gargalhadas que irá dar, mas também pelas reflexões que irá tirar ao ler esta interessante Banda Desenhada.
António Pereira

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Pensamento do dia!




Deixo aqui o pensamento do dia, atribuído a um dos Grandes Homens e Sábios da Humanidade, para se pensar, reflectir e mudar comportamentos.

"A simplicidade é o último grau de sofisticação."   Leonardo Da Vinci

António Pereira

sábado, 16 de janeiro de 2010

16 de Janeiro Dia de Aniversário da Mariana Rodrigues


Hoje é dia de Aniversário da minha amiga eterna, Monitorada e Instrutora Mariana Rodrigues com quem partilhei durante vários anos a vida.

A Mariana marcou a minha vida, pelo amor eterno, paixão, amizade, companheirismo, dedicação, generosidade, eficiência, intuição, lucidez, determinação, refinamento, polidez, cultura, profissionalismo e uma série de outras qualidades.

A ela agradeço eternamente a minha vida, por ter estado presente num momento crucial para a minha preservação e por estar sempre presente no meu coração e pensamento.

A ela pelo Ser Humano que é, desejo não só o dia de Aniversário mais feliz da sua vida, mas que este seja um entre muitos dias cheios do amor, compreensão e da felicidade que merece.

Beijos Eternos!
António Pereira

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Pensamento



Para reflectir deixo aqui o seguinte pensamento:

"Sabemos dizer menos a quem mais queremos."
                                                                                                       Provérbio chinês

Infelizmente isto acontece muitas vezes com a maioria de nós e quando damos por isso...

Já passou o tempo de dizer o que queríamos dizer! Acabou a relação afectiva, de amizade, de trabalho, etc. ou... a pessoa morreu! E fica aquela sensação de que se, tivéssemos dito o que sentíamos por essa pessoa, tudo poderia ter sido diferente.



Ao não dizermos, no decorrer da vida acabamos por acrescentar mais um peso na consciência, uma neurose, um trauma, uma mágoa, enfim mais um "lixo" emocional que nos atrapalha no presente e no futuro.

Vamos procurar expressar, por actos, comportamentos, mas também por palavras o máximo do nosso sentimento a quem gostamos e a quem queremos muito, porque essa ou essas pessoas merecem isso de nós.
António Pereira

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Crónica de um dia cinzento


Naquele dia, tinha acordado atormentado. Não sabia sobre o quê, mas sentia-se assim. Algo no seu íntimo o revolvia, como uma tempestade em formação para se concretizar numa explosão. Não sabia o que o atormentava e que explosão iria ser essa, se realmente ocorresse.

Pensamentos de outros tempos afluíam-lhe em doses generosas e aquele amargo interior de se sentir forçado a fazer algo que já não lhe dava prazer ou sentido, pelo facto de repetir sistematicamente os mesmos procedimentos e as mesmas atitudes e de não poder ser totalmente sincero, de olhos nos olhos, para não ser segregado e incompreendido no seu meio, pelas suas decisões de querer fazer algo mais por si e consequentemente em prol de todos.

Na realidade queria ser livre, como uma criança grande! Queria sentir-se livre de enveredar por outros projectos ligados áquilo que fazia desde sempre, ou mesmo ir repescar sonhos antigos e experimentar, nem que fosse pelo prazer de fazer algo artístico que tinha abdicado na juventude e cujo talento tinha ficado escondido durante os anos transcorridos.

Seria isso que o atormentava ou a possibilidade de se ter enganado a si próprio durante alguns importantes anos da sua vida? De qualquer forma, hoje era o resultado desse caminho e do acumular desse desassossego.

Enquanto se manifestava toda essa agitação interior, os seus olhos divagaram pela janela do apartamento e viu um dia carregado de triste cinzento atormentado lavado em chuva abundante. Parecia que este ainda estava mais estranho e atormentado do que ele, mas isso não atenuou aquela angústia entalada no seu interior.

Em catadupa, como as cascatas de água que escorriam do céu, assim caíam na sua mente as questões filosóficas do sentimento de angústia e tormento que o acordaram nesse dia cinzento.

Talvez fosse só uma coincidência ou simplesmente a constatação de algo apercebido ao longo dos últimos tempos que não tinha sido ainda assimilado por si, para se manifestar num dia cinzento triste banhado em rios de chuva.

Não lhe apeteceu sair. E não saiu! A tormenta interna aprisionava-o em casa nesse dia de tempestade de Inverno enquanto desejava que o dia passásse e que o seguinte fosse azul e luminoso para iluminar os seus pensamentos.

Naquele dia tinha acordado atormentado. Não sabia porquê, era esse o sentimento do dia. Seria só o principal motivo para escrever uma história sobre um dia cinzento e chuvoso e aprender algo mais sobre si e sobre a vida e os estados do Ser Humano.
António Pereira

Um momento de boa disposição...

Para quem gosta de rir e de um momento de boa disposição sugiro a visita a um blogue muito conhecido  em Portugal, cujo conteúdo são recortes de anúncios de imprensa totalmente fora do vulgar. Acabei de dar uma boas gargalhadas a navegar no blogue:



António Pereira

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A União faz a força!



Eu já tinha visto, quando uma amiga me mostrava vídeos do youtube para que eventualmente eu usásse nas apresentações dos meus cursos, pelo que talvez alguns também já tenham visto ou viram hoje no blogue do Comendador e escritor DeRose, o nosso Mestre, o vídeo que vou colocar aqui por ser um exemplo de extrema importância.



Por isso vale a pena ver várias vezes e reflectir no exemplo de como a União faz a Força, quando deixamos de parte o egoísmo e o individualismo e lutamos todos em conjunto pelo mesmo Ideal, Valores, Princípios e Filosofia.



Numa época e numa sociedade em que se exalta o individualismo em detrimento do grupo, renegando a força que o conjunto tem quando todos estão focados no mesmo objectivo, ligados por Ideais comuns.



Lanço o desafio de se fazer uma profunda reflexão sobre este exemplo e de fazermos um esforço sobre nós próprios (tápas) para desenvolvermos sempre uma visão grupal, porque a União faz a força, como era o lema dos Mosqueteiros: "Um por todos, todos por um!"
António Pereira


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Uma mulher que acreditava nela própria



Um exemplo de mulher que acreditava em si e no seu sucesso, é a criadora da marca de cosméticos e beleza, Estée Lauder, de seu nome Josephine Esther Mentzer, nascida em 1906 em New York. Desde muito cedo se interessou por cosmética e beleza e ainda muito nova começou a ser orientada pelo seu tio, formado em química, criador de várias fórmulas de produtos de beleza que ela tinha começado a vender em hotéis e salões.

Casou com Joseph Lauder em 1939, o qual viria a ser seu sócio, para criarem a marca Estée Lauder em 1949 com quatro produtos. É já com mais de 40 anos que abre o seu balcão na Neiman Marcus e em 1960, o seu primeiro balcão no Harrods, em Londres.

Estée Lauder criou as ofertas de amostras e na compra de um produto e mudou a indústria da cosmética. Na revista Time de 1998 foi a única mulher a ser incluída na lista das 20 pessoas com mais talento e influência no mundo dos negócios.


No dia 25 de Abril de 2004, Estée Lauder, com 97 anos, deu por encerrada a sua participação no mundo, com uma fortuna avaliada em mais de 6 biliões de dólares.

Estée Lauder acreditava que se não somos capazes de nos convencermos a nós próprios, então não seremos capazes de vender nada a ninguém.

E você acredita em si com a mesma persistência, disciplina, determinação e segurança com que Estée Lauder acreditava nela?

Se não se sente tão confiante, que tal aplicar mais na sua vida as técnicas e os conceitos do Método DeRose?
António Pereira

domingo, 10 de janeiro de 2010

Indignação


Indignação, é o título do vigésimo sétimo livro de Philip Roth, autor que aprecio bastante. É uma história sobre a juventude, a inexperiência, loucura, resistência intelectual, descoberta da sexualidade, coragem e erro, sendo a ruptura com os livros anteriores sobre a velhice e as experiências dessa época da vida.

Recomendo a sua leitura por ser um livro extremamente interessante, pequeno e fácil de ler! Li praticamente todo o livro numa tarde e noite!


Ele relata uma lição de vida, de como as nossas opções, de forma terrível e incompreensível, mesmo as mais banais, cómicas, sem sentido, podem ter um resultado completamente desproporcionado, apresentando-nos uma pequena lição de karma, acção, reacção, ou causa e efeito, como preferirem, de quem não tinha estudos, o seu pai, mas que com a experiência da vida sempre tentara ensinar ao seu filho, o protagonista da história, a consequência de cada decisão. Boa leitura!
António Pereira

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Poupar energia



Uma sugestão para poupar energia no Inverno, é por exemplo manter as janelas bem fechadas e vestir roupas mais quentes para estar em casa, sem ter de ligar algum aquecedor ou ar condicionado.

Outra sugestão é dentro do possível retirar partido dos raios solares, promovendo a sua entrada em casa sem abrir as janelas.

Ficam estas sugestões simples mas eficazes.
António Pereira

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

A Estrada, o filme e o livro!



Fui ver em ante-estreia o filme A Estrada, baseado no livro do mesmo nome de Cormac MacCarthy, que  em 2007, aos 73 anos ganhou com este livro o Prémio Pulitzer na categoria de romance, sendo considerado ao lado de Don DeLillo; Thomas Punchon e Philip Roth (autor que gosto bastante) um dos quatro grandes romancistas dos Estados Unidos da América.


O filme está muito fiel ao livro, o qual segundo alguns especialistas é classificado como um livro de reflexão sobre a morte. A morte individual e a morte da humanidade.

Recomendo o visionamento do filme e depois a leitura do livro que passa um grande Humanismo e amor entre um pai e o filho.
António Pereira

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Reflexões de início de ano


Início de ano, é geralmente altura de assimilar ou de fazer reflexões para as mudanças que pretendemos imprimir no novo ano, renovando a nossa vida e maneira de ser e estar.

Nesse sentido deixo aqui um extracto de um livro/romance que acho bem interessante para algumas das possíveis reflexões:

"O dinheiro, o poder, a posse das coisas... nada substitui o amor. É por isso que, quando compram um carro, uma casa, uma peça de roupa, a satisfação que sentem é efémera. Acabaram de comprar mas procuram já um novo carro, uma nova casa, uma nova peça de roupa. Procuram algo que não está ali. Nenhuma dessas coisas traz satisfação duradoura porque nehuma dessas coisas, é verdadeiramente importante. Estão todos com pressa à procura de algo que não encontram. Quando compram o que querem, descobrem que se sentem vazios. É porque o que compraram não era afinal o que queriam. Querem amor, não querem coisas. As coisas não passam de substitutos, de acessórios que mascaram o essencial."
in Fórmula de Deus, de José Rodrigues dos Santos

Para terminar, escute de olhos fechados a intemporal música dos Beatles sobre a necessidade de amor que todos nós temos.


António Pereira

domingo, 3 de janeiro de 2010

Os mistérios do cérebro



Quando a nossa colega Letícia Ziebell, deu o Curso sobre Karma, no Espaço Lifestyle, após este e em conversa durante o caminho para o restaurante onde íamos jantar, falámos sobre estados alterados de consciência, coma induzido ou por doença e ela comentou sobre um vídeo acerca da experiência de uma neurocientista que tinha tido um AVC e como retornou com outro estado de consciência.

Achei a história muito interessante e pedi-lhe que enviásse o filme onde a cientista fala sobre a sua experiência, para poder assistir e reproduzir aqui o link (filme está dividido em três partes).



Sugiro um visionamento extremamente concentrado e atento para poder parar, pensar e tirar notas se achar interessante.
António Pereira

Sobre a educação

Hoje vi um post no blogue do Mestre DeRose, que achei extremamente interessante para reproduzir aqui o filme ali exposto e mesmo que já o tenha visto, aconselho a rever e pensar um pouco mais sobre o assunto.



Analise a forma como a educação está a ser actualmente transmitida e se esse modelo está actual com a realidade.
António Pereira