quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Imortalidade!


Serei imortal quando aquilo que eu digo tocar os outros profundamente. Serei imortal quando aquilo que faço, seja um exemplo para todos os que convivem comigo. Serei imortal quando aquilo que escrevo se torna compreensível e toca no íntimo de todos aqueles que me lêem.

Serei imortal para lá do meu corpo, quando a minha memória ficar registada, nas memórias de todos aqueles que me conheceram e travaram contacto comigo.

O meu ADN será perpetuado, nos exemplos reproduzidos na vida daqueles que me são caros e nos momentos que inspirei, a outros que me conheceram.

Estarei presente na tua memória através das obras que deixar, como um registo da minha passagem por aqui.

Serei Eterno, em ti, além do meu corpo, porque estarei embrenhado em ti, ao comprenderes aquilo que deixei aqui para ti e para todos aqueles que me queiram conhecer na Imortalidade.

Aqui ficarei, se mergulhar no melhor de mim, fazendo com que esta Energia que Sou, fique impregnada nas coisas, nos objectos, nas pessoas, neste Tempo.

A imortalidade é o nosso melhor registo, de que vivemos e partimos para lá deste tempo e espaço, mas deixámos uma parte da nossa Essência aqui a perdurar no futuro.

A imortalidade está a um passo de fazermos algo, emotivo, fascinante, compreensível e que seja semelhante ao que milhares sintam no seu íntimo. A imortalidade é uma fracção de tempo chamada Vida!

A imortalidade sou eu e tu, quando nos fundimos num só acto de Amor que perdura na nossa memória, nos nossos corpos e coração ao longo da Vida e para lá desta.
António Pereira

8 comentários:

Fátima Damas disse...

Verdadeiramente terno e inspirador! Gostei muito.
Beijinhos

Anónimo disse...

através de mim o prof é imortal

beijinhos

Ana Leonor Erra

David F disse...

Obrigado Professor.
Abraço verde esmeralda.

Cheila Saldanha disse...

Adorei o texto.
Muito inspirador, mesmo!
Parabéns*

Prof. António Pereira disse...

Obrigado a todos pelas palavras e sentimentos aqui expressos sobre este texto.
Beijinhos,
António Pereira

Pedro Carrer disse...

Nas palavras de Plínio o Moço:

Quantenus nobis denegatur diu vivere relinquanus aliquid quo nos vixisse testemur.

Pois que não nos é outorgado viver muito tempo deixemos alguma coisa com que provemos que fomos vivos.

Abraços !

Ana Paulo disse...

Gostei muito do texto, vou partilhar com todos os meus alunos e amigos do coração.
Beijos Professor,
Ana Paulo

sandra disse...

Certa vez num curso que tirei com o Professor lembro-me de ter falado que todos nós temos um lugar onde nos sentimos bem, uma espécie de refúgio onde nos encontramos. Faço a auto reflexão e não encontro um lugar assim, encontro muitos. Nem sempre funcionam, não é automático. Não tenho a certeza de correr para aqui (blog) e me encontrar, mas há uma grande possibilidade. Aconteceu.
Para mim o Professor também é Imortal.
Abraços com melodias de pássaros :))