segunda-feira, 23 de maio de 2011

Expectativas

Geralmente nós criamos e geramos expectativas, sobre tudo e sobre nada, expressando a agitação e a instabilidade que habita internamente na maioria das pessoas.

Alguns com a experiência e tempo de vida tiram determinadas conclusões, outros além desse tempo e vivência de vida, aprendem com as Técnicas e Conceitos do Método DeRose, de que é mais importante sentir e viver o momento, sem criar expectativas e principalmente não alimentando uma carga de pressão sobre si próprio, mas antes procurando dar o melhor de si em todos os momentos em sintonia com a sua essência. 

Isto não é ser insensível, perante os factos e as circunstâncias da vida, mas aprender a relativizar as coisas e a estar mais de acordo com aquilo que se É ou pretende vir a Ser, descobrir como se pode ser mais activo  socialmente, começando por se transformar a si próprio.


“A maior parte das pessoas tem aspirações demasiado elevadas em relação às suas reais capacidades.” Príncipe Carlos de Inglaterra

Digamos que esta frase, é a conclusão de como temos de desenvolver uma maior noção daquilo que somos, para podermos viver melhor e mais descontraidamente.
António Pereira

4 comentários:

Ná disse...

Professor,

Adoro os seus textos! Funcionam para mim como ferramentas,que me ajudam a crescer!

Obrigada pela partilha.


Aluna da escola Método DeRose Matosinhos.

Prof. António Pereira disse...

Olá Ná,
Obrigado pelo comentário e por seres uma leitora deste blogue. Fico feliz por te ajudarem a crescer como ser humano.
Beijos,
António Pereira

Anónimo disse...

Oi,
Desde o curso de Descontracção que leio partes do seu blog.
Hoje foi um bom dia para ler o Texto "Expectativas", devia cola-lo na minha cabeça para me lembrar todos os dias.
Às vezes a vida nos prega partidas, mas mais vale geri-las na altura, mas ultimamente tem sido difícil.
Obrigada por me deixar ler palavras tão sábias nos momentos em que preciso.
Bjs
Marta

Prof. António Pereira disse...

Obrigada Marta, por ler este blogue e fico feliz por este texto lhe ter sido útil! Beijos.
António Pereira