sábado, 9 de fevereiro de 2013

Coisas

Coisas estranhas sinto e vejo além do que se observa pelos sentidos usuais. Coisas essas que me dão vontade de agir despreocupadamente como uma criança inocente que não vê mal no sentir e tocar, por querer experimentar a vida no seu natural fluir, além da compreensão do que parece real.

São coisas aparentemente estranhas para outras pessoas e naturais na forma de ser e de estar para outras que deixam vir ao de cima o seu lado criança. 

Um sorriso que me olha e um abraço que quero sentir e ter, por aquilo que me passa nessa vibração de uma presença querida, num olhar profundo e sentido no âmago do ser, faz-me vibrar o coração um sentimento profundo de carinho e afecto.

Coisas sentidas e percepcionadas, talvez só por nós ou também pelos outros, que não as deixam manifestar-se e serem aquilo que tem de ser na vida de cada um, no preenchimento do ser com tudo.
António Pereira

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